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Futuro das pesquisas com embriões pode ser definido nesta quarta-feira (05/03) |
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05-Mar-2008 |
Lucas Nader Bartholomeu tem 23 anos e é portador, desde os 11, de distrofia muscular - doença genética que causa a degeneração progressiva do tecido muscular. Para ele, que tem dificuldade para subir escadas, levantar da cadeira e não consegue correr, as pesquisas com células-tronco embrionárias representam uma chance de cura.
"Tenho muita esperança. Acho que as pesquisas vão mudar a minha vida e a de muita gente, pois vão nos permitir desenvolver todo o nosso potencial", diz. Os amigos de Lucas que têm a mesma doença dividem a mesma opinião. "É uma unanimidade", afirma.
Urias Antonio de Oliveira Junior, 23 anos, ficou paraplégico no último dia de dezembro de 2006 devido a um acidente de carro. De família católica e praticante da religião, ele também defende as pesquisas com células-tronco embrionárias. "Quem é contra é porque não tem um caso na família e acaba julgando do lado errado", acredita.
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