ANO IV

“PAC da Educação” deve mudar ensino básico do País Imprimir E-mail
17-Abr-2007
O Plano de Desenvolvimento da Educação, apresentado, na última semana, pelo ministro Fernando Haddad ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), está na fase final de ajuste dos detalhes. O Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) da Educação, como já foi apelidado, ainda não pôde ser destrinchado para a sociedade, mas já indicou que pretende fazer uma mudança séria na educação do País, através de um pacote de medidas que serão discutidas com uma comissão de especialistas.

Mesmo sem conhecerem todas as propostas do novo PAC, representantes de entidades educacionais estão apostando na idéia. Eles acreditam que será possível melhorar os índices da educação brasileira, principalmente no ensino básico, fortalecendo as políticas que foram implementadas no primeiro mandato do presidente petista.

De acordo com o próprio ministro Fernando Haddad, em entrevista dada a jornalistas na última segunda-feira (05), após sua reunião com o presidente, o PAC da Educação dará ênfase ao ensino básico. O MEC pretende melhorar a qualidade do ensino dado aos cerca de 56,5 milhões de estudantes da educação básica, distribuídos pelos 207 mil estabelecimentos de ensino do País, segundo dados do último levantamento feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em 2005. Somente no Nordeste são 18,3 milhões de estudantes matriculados nessa modalidade, a segunda Região com o maior número de crianças e jovens nas salas de aula. A primeira é o Sudeste.

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